quinta-feira, 19 de agosto de 2010

SAUDADE...


Noite eterna este sentimento...
Que rola ardente dentro do peito...
Tortura e mágoa, é dor presente...
Saudade do amor ausente...
Quisera ser o vento...
Seguir na existência o tempo...
Da tempestade participar com alegria...
E a saudade espalhar nas areias...
Deixar onde haveria de estar...
E entre lamentos fazer-me ouvir...
Nos uivos sibílantes...
Daquele vento cortante...
Grito d'alma errante...
E dizer-te: Adeus saudade!!!

Quantas vezes você vai ao teatro por mês?

Nenhuma, nessa cidade (Cruz Alta/RS) raramente tem algo assim...

Bah, Pergunta Que Eu Respondo Já...

Eu não gostava de ir à praia, mas, depois que me mudei para Florianópolis comecei a curtir mais. Pra você, qual a coisa mais legal da praia?

Sei la, não curto muito praia....

Bah, Pergunta Que Eu Respondo Já...

MEDO...


Eu queria falar do amor
Com certeza preferia falar de amor...
Mas tenho que falar do medo
O medo de amar, sonhar, viver, sofrer
O medo do amanhã,
das coisas corriqueiras, banais...
O medo de me entregar e do amanhecer
O medo de correr riscos
E até mesmo de arriscar alguns rabiscos
Num poema apaixonado
E assim deixar claro,
esse sentimento escancarado
Este medo banal
Que causa-me tanto mal
O medo de ver brotar no jardim uma flor
E sentir o seu cheirinho de jasmim
O medo de que Deus veja tudo dentro de mim
O medo da morte
E o medo de depois da morte...
Ah! medo, porque me persegue?
Deixe-me sentir e ser sempre alegre
Quero abrir meu coração e
mostrar a criança que há em mim
E depois sair correndo, pulando e gritando
A alegria é assim...
Medo, vá embora para bem longe
Porque neste coração para você não há lugar!