quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

SE AMAR...


Lisi...
Se amar....
é querer bem a uma pessoa...

Eu te Amo.

Se amar....
é ter carinho por alguém...

Eu te Amo.

Se amar....
é sentir falta de alguém...

Eu te Amo.

Se amar....
é chorar...
como choro por você...

Eu te Amo.

Se amar....
é ter que se sujeitar a ser tratado com frieza...

Eu te Amo.

Se amar....
é estar presente mesmo se sentindo ausente...

Eu te Amo.

Se amar....
é se submeter...
a indiferença...
da outra pessoa...

Eu te Amo.

SE...


Lisi...
Se não estivesse fora de moda...
Eu iria falar de Amor.
Daquele amor sincero, olhos nos olhos,
frio no coração.
Aquela dorzinha gostosa,
de ter muito medo de perder tudo.
Daqueles momentos que só quem já amou um dia,
conhece bem.
Daquela vontade de repartir,
de conquistar todas as coisas...
Mas não para retê-las no egoísmo material da posse,
mas doá-las, no sentimento nobre de amar.
Se não estivesse fora de moda...
Eu iria falar de Sinceridade.
Sabe, aquele negócio antigo
de fidelidade, respeito mútuo...
e outras coisas mais.
Aquela sensação que embriaga mais que a bebida.
Que é ter, numa pessoa só, a soma de tudo que
as vezes procuramos em muitas.
A admiração pelas virtudes, aceitação dos defeitos...
E sobretudo, o respeito pela individualidade,
que até julgamos nos pertencerem,
sem o direito de possuir.
Se não estivesse tão fora de moda...
Eu iria falar em Amizade.
O apoio, o interesse, a solidariedade de uns
pelas coisas dos outros e vice-versa.
A união além dos sentimentos
e a dedicação de compreender para depois gostar.
Se não estivesse tão fora de moda...
Eu iria falar em Família.
Sim! Família!!!
Pai, mãe, irmãos, irmãs, filhos, lar...
O bem maior de ter uma comunidade unida
pelos laços sanguíneos e protegidas pelas
bênçãos divinas.
Um canto de paz no mundo, o aconchego da morada,
a fonte de descanso e a renovação das energias.
Família...
O ser humano cumprindo sua missão mais sublime
de sequenciar a obra do criador.
E depois...
Eu iria até, quem sabe, falar sobre algo como...
a Felicidade.
Mas é pena que a felicidade,
como tudo mais, há muito tempo já está
fora de moda.
Sabe de uma coisa...
Me sinto feliz por estar tão fora de moda.
E você?
Também está fora de moda como eu?
Espero que sim!!!
Te amo muito... Saudade!!!

AMO VOCÊ...


Fora do tempo e do espaço
Dentro do ser ou não ser
Num mundo de liberdades
Amo você na manhã
acordando preguiçosa
abraçada com o meu medo
Sorrindo... pensando... vivendo...
Amo você quando fala
das mesmas coisas que eu
quando dividimos a praia
pra dormir sob o luar
Amo você de madrugada
quando a chuva nos maltrata
e nossos corpos se buscam
e nossas mentes se calam...
Amo você quando alguém
nos acorda e assustados
corremos desabalados
para ver o sol nascer.
Mas de repente...
o sol não nasce
você não acorda
não sorri, não pensa, não vive
Você não fala
Você não divide a praia
não dorme sob o luar
Não chove, não busca, não cala
Você gargalha!!!
Nada mais que a realidade
pisando naquele amor...

sábado, 18 de dezembro de 2010

TIME... TEMPO...


O tempo começa com uma respiração, nasce um novo ser,
O tempo termina com a vida e a morte de alguém,
O tempo faz você ganhar ou perder,
O tempo faz tempo que você escolher,
O tempo é para sempre,
O tempo sempre muda,
O tempo passa por fases,
O tempo é como um livro que vira as páginas,
O tempo dá-lhe um aumento em seus salários,
O tempo às vezes faz de você um,
O tempo ajuda a quebrar o hábito,
O tempo faz amigos e inimigos,
O tempo traz de volta memórias,
O tempo é imprevisível,
O tempo é inesquecível,
O tempo dá-lhe vida,
O tempo começa com uma respiração, nasce um novo ser.

Todas as mudanças, mesmo as mais almejada, têm sua melancolia. Porque aquilo que deixamos para trás é uma parte de nós mesmos, e devemos morrer para uma vida antes que possamos entrar em outra.

Quando algum infortúnio nos ameaça, o melhor que temos a fazer é considerar séria e deliberadamente qual a pior coisa que poderia acontecer. Depois de encarar essa possível desgraça de frente, encontre razões sólidas para pensar que, apesar de tudo, ela não será tão terrível assim.

Algumas vezes sabemos dentro de nós que devemos fazer qualquer coisa semelhante a plantar uma árvore, mesmo sabendo que nunca comeremos dos seus frutos nem descansaremos à sua sombra. Ou descobrimos que devemos aplicar-nos não tanto ao nosso pequeno problema, mas a reconstruir as ruínas imensas que nos rodeiam. E nunca como então somos tão grandes. E nunca como então estamos tão perto de nós mesmos.

O que a natureza do Universo mais ama é transformar coisas que existem e criar novas coisas como elas. Pois tudo que existe é, de algum modo, a semente daquilo que será.

Mesmo que não escrevas livros, és escritor da tua vida. Mesmo que não sejas Van Gogh, podes fazer de tua vida uma obra de arte!

Há em muitas cabeças uma noção da vida que é chocantemente pobre, desagradavelmente rasteira, tristemente vazia. Consiste em olhar para a vida de uma forma utilitária, com base numa concepção egoísta e em critérios apenas económicos: se uma vida não é útil – se não é produtiva, se não proporciona todo o prazer – então não tem razão de ser. Pode eliminar-se, como se elimina um automóvel velho ou sem conserto, um par de sapatos rotos, uma camisola demasiadas vezes remendada.

Estou convencido de que o mundo não é um mero pântano para onde homens e mulheres se atiram… e morrem. Alguma coisa magnífica está ocorrendo aqui no meio de crueldades e tragédias, e o desafio supremo à inteligência é fazer prevalecer o que há de mais nobre e melhor na nossa curiosa herança. (C. A. Beard)

Qualquer um pode carregar seu fardo, embora pesado, até anoitecer. Qualquer um pode fazer seu trabalho, embora árduo, por um dia. Qualquer um pode viver mansamente, pacientemente, amistosamente, até que o Sol se ponha. E isso é o que realmente a vida requer.