segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Amigas Casadas e Bêbadas...

AMIGAS BÊBADAS:

Duas amigas casadas, totalmente bêbadas, depois de voltarem de uma reunião com as colegas, sentiram uma vontade irresistível de fazer xixi.
Pararam o carro próximo a um cemitério e apavoradas, sem outra alternativa, decidiram ir assim mesmo fazer xixi lá dentro.
A primeira foi, se aliviou, e então se lembrou de que não tinha nada para se secar.
Pegou a calcinha, secou-se e a jogou fora.
A segunda, que também não tinha nada para se secar, pensou:
“Eu não vou jogar fora esta calcinha de renda caríssima e linda”.
Então pegou a fita de uma coroa de flores, que estava em cima de um túmulo, e colocou para não molhar a calcinha.
No dia seguinte, um dos maridos ligou para o outro e disse:
- A minha mulher chegou ontem bêbada e sem calcinha… estou brigado com ela e não sei o que fazer…”
O outro:
- Você tem sorte, a minha chegou com uma fita presa na bunda com a inscrição:
“Jamais te esqueceremos: Wagner, Moisés, Elias e toda a turma da faculdade.”



Cérebro Masculino


Cérebro Feminino


Poema de Amor!

AMOR!

Palavra que me encanta
Doce sabor que infeitiça a alma
E incendeia o meu coração
Prazer, satisfação,
doce ternura
Amor palavra tão bonita
que as vezes machuca tanto
mas quando se ve ja esta dentro do coração
palavra que emociona
que seduz
que enlouquece
que acalma a alma
palavra na qual só conheci realmente
entre teus braços
e no doce sabor de teus labios!!

domingo, 8 de novembro de 2009

Soneto do Amor Maior - Vinícius de Morais

SONETO DO AMOR MAIOR

Maior amor nem mais estranho existe
Que o meu, que não sossega a coisa amada
E quando a sente alegre, fica triste
E se a vê descontente, dá risada.

E que só fica em paz se lhe resiste
O amado coração, e que se agrada
Mais da eterna aventura em que persiste
Que de uma vida mal aventurada.

Louco amor meu, que quando toca, fere
E quando fere vibra, mas prefere
Ferir a fenecer - e vive a esmo

Fiel à sua lei de cada instante
Desassombrado, doido, delirante
Numa paixão de tudo e de si mesmo.

Vinícius de Morais

Soneto XVII - Pablo Neruda


Sonnet XVII

I do not love you as if you were salt-rose, or topaz,
or the arrow of carnations the fire shoots off.
I love you as certain dark things are to be loved,
in secret, between the shadow and the soul.

I love you as the plant that never blooms
but carries in itself the light of hidden flowers;
thanks to your love a certain solid fragrance,
risen from the earth, lives darkly in my body.

I love you without knowing how, or when, or from where.
I love you straightforwardly, without complexities or pride;
so I love you because I know no other way

than this: where I does not exist, nor you,
so close that your hand on my chest is my hand,
so close that your eyes close as I fall asleep.

Soneto XVII

Não te amo como se fosses rosa de sal, topázio
ou flecha de cravos que propagam o fogo:
te amo como se amam certas coisas obscuras,
secretamente, entre a sombra e a alma.

Te amo como a planta que não floresce e leva
dentro de si, oculta, a luz daquelas flores,
e graças a teu amor vive escuro em meu corpo
o apertado aroma que ascendeu da terra.

Te amo sem saber como, nem quando, nem onde,
te amo diretamente sem problemas nem orgulho:
assim te amo porque não sei amar de outra maneira,

senão assim deste modo em que não sou nem és
tão perto que tua mão sobre meu peito é minha
tão perto que se fecham teus olhos com meu sonho.

Pablo Neruda

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